Salvar o planeta com algas marinhas?

Estas “florestas subaquáticas” que produzem 54% do oxigénio disponível na Terra tornaram-se no “pulmão do mundo”, dizem cientistas. Graças à sua enorme capacidade de absorver as emissões de carbono terrestre, poderão ajudar-nos a combater o aquecimento global. Mas há riscos a ter em conta. (Ler mais| Read more...)

© norwayseaweed.no

Na 26ª conferência do clima das Nações Unidas (COP26), que terminou em 12 de Novembro, ouviu-se um apelo aflitivo: é preciso reduzir as emissões de CO2 em 45% até 2030, em relação aos níveis de 2010, e chegar à “neutralidade carbónica líquida” em meados deste século.

Para isso, é necessário que se emita para a atmosfera “apenas gases de efeito estufa capazes de serem absorvidos por meios naturais ou artificiais”. Mas como chegar a esta meta, se os maiores poluidores continuam a fabricar carvão e a subsidiar combustíveis fósseis?

Alguns cientistas, como Halley Froehlich, professora na Universidade da Califórnia-Santa Bárbara, EUA, autora de um estudo pioneiro, vêem uma luz no fundo do oceano: “o cultivo em grande escala de algas marinhas”. Estes organismos, que não são plantas nem animais (ver segundo texto), crescem mais rapidamente do que as árvores, “não ardem” e têm uma capacidade extraordinária de armazenar carbono, porque libertam mais oxigénio do que precisam de consumir.

Além disso, como explica a revista National Geographic, “também ajudam a mitigar a acidificação, a desoxigenação e outros impactos marinhos do aquecimento global, que ameaça a biodiversidade dos mares e os meios de subsistência de centenas de milhões de pessoas.”

©TIME magazine

Autora principal do estudo que quantificou, pela primeira vez, a capacidade global – “quase 48 milhões de quilómetros quadrados – para o cultivo de algas marinhas em larga escala, Halley Froehlich propõe plantá-las e colhê-las em estruturas industriais gigantes, para depois as afundar nos oceanos, “onde o dióxido de carbono capturado ficaria sepultado durante centenas ou milhares de anos”.

O estudo da bióloga americana, publicado na revista de ciência e tecnologia The Current Biology e citado pela National Geographic, conclui, por exemplo, que “a criação de microalgas em apenas 0,001% das águas propícias ao seu crescimento, poderia neutralizar a totalidade das emissões de carbono da indústria de aquicultura, que fornece metade do marisco do planeta”.

“Muitos pensam nas algas marinhas como aquela coisa nojenta que cobre as praias e nos atrapalha a diversão quando tentamos escapar ao calor do Verão”, escreve Alecia Bellgrove no site da Universidade de Deakin, em Victoria, Austrália, onde é professora de Biologia Marinha e Ecologia. “Elas chegam a ser invasivas, cheiram mal quando estão acima da linha de água e podem até arruinar o nosso dia na praia.”

Mas a verdade é que “estas gosmas viscosas em decomposição podem transformar-se em alimentos sustentáveis e em materiais muito mais benéficos para os nossos recursos, com o potencial de salvar o planeta”, destaca Alecia Bellgrove. As algas marinhas “são, essencialmente, os pulmões da Terra”.

“Como seres fotossintetizantes, as algas marinhas oferecem-nos o oxigénio que respiramos, além de que são macroalgas, microalgas e outras plantas aquáticas, como ervas marinhas, as responsáveis por quase dois terços de todo o oxigénio da Terra produzido nos oceanos”, especifica a académica australiana. “As algas marinhas não são apenas importantes a uma escala global para a oxigenação da atmosfera, mas são ainda a base da maioria das cadeias alimentares.”

Mais: devido à sua “capacidade de autorregeneração” (podem crescer 10 a 100 vezes mais rapidamente do que as plantas terrestres), as algas marinhas constituem também “uma fonte nutritiva de alimento de longo prazo”, podendo ajudar a resolver crises de escassez de alimentos como as que se registam atualmente em várias regiões do mundo.  Porque a celeridade de crescimento permite tornar a energia cinco vezes mais eficiente, também já se estão a estudar as algas marinhas como fonte de biocombustíveis sustentáveis.

Outra potencial qualidade das “florestas subaquáticas”: se às rações dos animais, sobretudo bovinos – cuja produção de metano (através dos arrotos e, em menor grau, de flatulência) é “culpada” pelas quase 15% das emissões de gases de efeito estufa – adicionarmos pequenas quantidades de algas marinhas, a produção de CH4, que retém 28 vezes mais calor na atmosfera do que o C02, “pode diminuir em 82% em apenas cinco meses”.

A ideia de levar o gado a vaguear pelas praias onde se alimentavam com algas já vem da Grécia Antiga e da Islândia, no século XVII, conta a National Geographic. Nos anos 2000, Joe Dorgan, um criador de gado canadiano na Ilha do Príncipe Eduardo, comprovou que as suas vacas “ao passarem mais tempo na costa, alimentando-se das algas trazidas pelas tempestades, eram consideravelmente mais saudáveis, tinham melhor taxa de crescimento, reproduziam-se mais rapidamente e produziam mais leite” do que as manadas que ficavam nos prados.

Em 2011, quando se reformou, Dorgan quis aprofundar o conhecimento sobre as microalgas para a saúde animal e desenvolveu um novo negócio de ração orgânica aproveitando as milhares de toneladas de algas da ilha. Para valorizar o seu produto e conquistar o mercado, associou-se ao ambientalista Robert Kinley, professor numa universidade da Nova Escócia, que, estudando os ruminantes de Dorgan, identificou “reduções de metano de cerca de 20% nos animais alimentados com mistura de algas”.

Os estudos de Kinley, que, entretanto, se alargaram a outras instituições, revelaram ainda que, das várias espécies testadas em laboratório, “uma alga vermelha, a Asparogopsis taxiformis, mostrou ser claramente a solução mais poderosa, com taxas de inibição de metano de 98,9%”.

Nos Açores, a empresa de fornecimento de algas selvagens seaExpert está também a usar a Asparogopsis taxiformis na alimentação de vacas locais, esperando liderar “uma revolução alimentar”. No entanto, tal como constatou Halley Froehlich, ainda não estão criadas as condições, ou seja, não há a tecnologia nem os necessários investimentos, para o cultivo em larga escala.

“Mesmo que fossem explorados todos os locais onde existe esta alga, mesmo que todos os espécimes selvagens fossem apanhados, não chegava para abastecer uma indústria tão maciça como a produção animal, mesmo só bovina, sem falar de outros ruminantes – nunca na vida!”, sublinha o engenheiro biológico e director-geral da seaExpert, Artur Oliveira, em entrevista ao portal noticioso sapo.pt. “A dificuldade é mesmo cultivar. É possível produzir Asparogopsis taxiformis em aquicultura, mas não se sabe ainda como fazê-lo em larga escala. Vai demorar algum tempo.”

Há, porém, uma certeza, o sistema digestivo das vacas adaptou-se à Asparogopsis taxiformis. Os animais aumentam ligeiramente de peso. O sabor da sua carne e leite não se alteram. “Temos agora provas sólidas de que algas na dieta do gado são eficazes na redução dos gases de efeito estufa, e que esta eficácia não diminui ao longo do tempo”, garantiu, ao diário britânico The Guardian, Ermias Kebreab, director do World Food Center e professor universitário na Califórnia. “Há potencial.”

Todavia, aumentar a produção de macroalgas exige prudência. “Uma coisa é cultivar em balão, em condições ultracontroladas; outra é cultivar em tanques de maiores dimensões, ou em sistema aberto”, explica ao sapo.pt Paulo Cartaxana, investigador de biotecnologia marinha e aquicultura no Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da Universidade de Aveiro. Em larga escala, “o principal problema é controlar todos os factores que mexem com o crescimento das algas, como a luz, os nutrientes, o azoto e o fósforo, principalmente”.

“Ao contrário da aquicultura de peixes, não vejo [na das algas] grandes desvantagens ecológicas”, confessa Cartaxana, elogiando o “bom exemplo” das produções de algas em salinas desactivadas em Aveiro. No entanto, se forem instalados em zonas ecologicamente importantes, pode haver “efeitos nocivos”. E, se para potenciar o crescimento das algas se adicionarem nutrientes, como a farinha usada na aquicultura de peixes, “estaremos a causar problemas ambientais de eutrofização”.

Ou seja, acrescenta Cartaxana, “até se pode estimular o crescimento de algas e plantas aquáticas à superfície da água – dando o aspecto de uma zona cheia de vida –, mas, abaixo da superfície, todas as espécies poderão estar mortas por falta de luz.”

Há agora uma mancha gigante de algas marinhas no oceano Atlântico, designada por “Grande Cintura de Sargaço do Atlântico”, que poderá confirmar ou não se as algas marinhas vão ajudar a salvar o planeta. Esta “cintura” no meio do oceano mede cerca de 6100 quilómetros quadrados abrangendo uma área que pode ser detectada e medida do espaço com a ajuda de satélites.

Os investigadores usam a informação que obtêm por este meio para calcular a quantidade de CO2 que as algas marinhas removem da atmosfera através da fotossíntese. Para já, chegaram à conclusão de que uma reflorestação à escala da Grande Cintura de Sargaço do Atlântico removeria apenas 0,0001-0,001% das emissões de carbono projectadas para 2100.

Esta percentagem baixa, afirma Tricia Thibodeau, investigadora da Universidade de Rhode Island (EUA), no blogue académico oceanbites.org, justifica-se, em parte, com o facto de as algas, por servirem de habitat a animais marinhos, serem também o lar de organismos como corais e conchas do mar, que produzem CO2 enquanto crescem e se calcificam, voltando a repor o dióxido de carbono na atmosfera.

Por outro lado, anota Tricia Thibodeau, porque precisam de nutrientes para se alimentar, as algas “diminuem os que são necessários ao fitoplâncton, reduzindo a capacidade de este organismo fazer a sua fotossíntese e remover o CO2 da atmosfera.”

Heather Smith, editora de ciência da revista digital Sierra, que pertence ao mais antigo e influente grupo ambientalista dos Estados Unidos (Sierra Club), acredita não haver dúvidas de que “as algas marinhas removem o carbono da atmosfera há pelo menos 500 milhões de anos”, mas também alerta que “mil toneladas de CO2 por ano e por quilómetro quadrado não são nada comparadas com 50 mil milhões de toneladas de gases de efeito estufa emitidos anualmente pelo mundo”.

“Para sequestrar o carbono capturado pela algas, estas teriam de ser afundadas a pelo menos a mil metros de profundidade, onde se decomporão para não retornar à superfície nem reintegrar o ciclo do CO2, pelo menos durante 100 anos”, precisa Heather Smith. “Investigadores estão a analisar a melhor maneira de afundar as algas, talvez usando bóias biodegradáveis. Quando as algas estiverem maduras e pesadas, as bóias deixarão de as poder segurar.”

No entanto, “mesmo que a reflorestação dos oceanos com algas seja alargada para compensar o carbono produzido pela indústria de aquicultura (300 mil toneladas por ano), não representará sequer um contributo significativo em relação aos objectivos definidos pelos acordos do clima de Paris”, em 2015-2016.

Há milhares de anos que se colhem algas marinhas, mas cultivá-las e afundá-las no oceano é um “território totalmente novo”, realça a editora da Sierra, avisando para “os perigos que as cordas e bóias usadas para o cultivo em larga escala podem colocar ao transporte marítimo, à pesca ou à vida selvagem aquática.”

Não obstante, Heather Smith crê que o cultivo de algas “é promissor”. Porque, além de capturar carbono, elas constituem um habitat para peixes e ajudam a minorar a acidificação dos oceanos. Ao contrário de outras formas de aquicultura, também “não precisam de depender de rações artificiais nem de antibióticos, que desequilibram os ecossistemas locais”.

Seja como for, “a maneira mais eficaz de sequestrar carbono continua a ser não o libertar”, recomenda a jornalista, lembrando estudos recentes de cientistas sobre o “arrasto de fundo”. Este método de pesca em que uma grande e pesada rede é arrastada ao longo do fundo do oceano, capturando tudo o que apanha, incluindo espécies não visadas, e destruindo leitos de águas rasas, “liberta tanto carbono na atmosfera quanto toda a indústria de aviação – cerca de mil milhões de toneladas por ano”. Por isso, ordenar “uma proibição global da pesca de arrasto ajudaria a concretizar já hoje o que o afundamento das algas poderá fazer no futuro.”

O conselho de Tricia Thibodeau, investigadora em Rhode Island, é semelhante. “Talvez as algas marinhas ajudem a salvar o planeta, mas os projectos em larga escala para as cultivar não podem ser a única solução. Cada um de nós tem de continuar a limitar a dependência em relação aos combustíveis fósseis, porque, no presente e no futuro próximo, é esse o caminho contra as alterações climáticas.”

© Getty Images

Um alimento para (quase) todos

As algas não são plantas nem animais. E são mais simples do que as primeiras, apesar da sua pomposa designação científica: “seres protistas, autróficos, fotossintetizantes [providos de clorofila e capazes de produzir oxigénio], unicelulares ou pluricelulares”.

  •  Habitam ambientes terrestres húmidos (incluindo interiores, porque não requerem cultivo no solo), mas sobretudo mares, rios ou pântanos, desde que obtenham luz e nutrientes para se alimentarem.
  • Alguns são microscópicos – as microalgas –, geralmente unicelulares, crescendo em condições diversas e não apenas meios aquáticos, “dividindo-se em vários grupos taxonómicos, como as diatomáceas (eucariontes) ou as cianobactérias (procariontes)”. São, provavelmente, “as primeiras espécies vivas na Terra, remontando a cerca de 2500 milhões de anos”.
  • Outros – as macroalgas –, que podem atingir 50-60 metros de comprimento e crescem em água salgada ou ambiente marinho, são “organismos multicelulares complexos e visíveis a olho nu”. Em termos de pigmentação, podem ser classificados como Chlorophyta (de cor verde, com mais clorofila e ciclos de vida mais curtos), Rhodophyta (vermelhas) e Ochrophyta, Phaeophyceae (castanhas, com células mais intrincadas e ciclos de vida mais longos).
  • Crê-se que existam mais de 10.000 espécies de macroalgas identificadas em todo o mundo, 700 das quais listadas na costa portuguesa, apesar de só cerca de 70 serem comercializadas.
  • Quanto às microalgas – mais abundantes e produtoras de mais oxigénio do que as macroalgas –, há uma enorme biodiversidade. Calculam-se em cerca de 200.000 a 800.000 espécies –, embora apenas 40.000 a 50.000 estejam catalogadas. São cada vez mais usadas na alimentação humana (como a Arthrospira, a Chlorella spp, a Dunaliella salina e a Aphanizomenon flosaqua) e animal, mas também em produtos farmacêuticos.
  • Além de terem contribuído para possibilitar a vida na Terra – produzem 54% do oxigénio, sem elas não haveria plantas e animais e com elas mantém-se um “delicado equilíbrio entre CO2 e O2 atmosféricos” -, as algas representam também “uma fonte de alimento, directo ou indirecto, de seres vivos em ecossistemas marinhos”. Tal como os vegetais terrestres, são “produtores primários e constituem a base da cadeia alimentar na biosfera”, ajudando a alimentar os herbívoros.
  • Em termos nutricionais, as algas são “fonte alternativa” de proteína, fibras, vitaminas (A, B, C, E) e minerais (iodo, ferro, cálcio e sódio).
  • O teor lipídico das macroalgas é inferior aos das microalgas, mas em ambas “o conteúdo é elevado em ácidos gordos polinsaturados”, nomeadamente os essenciais EPA, DHA e ALA”. Já as microalgas “são as fontes primárias de EPA e de DHA para o zooplâncton, o pescado e outros organismos”.
  • As macroalgas também contêm elevadas quantidades de fibra (23,5 a 64% do peso seco), o que “pode facilitar maior sensação de saciedade e ajudar a controlar o peso”, além de “diminuir o risco da diabetes, do cancro do cólon e de doenças cardiovascular”.
  • Por serem “muito ricas em polissacarídeos” e terem “uma cadeia molecular muito longa”, as macroalgas não são absorvidas pelo sistema digestivo. Quando são ingeridas, “comportam-se como fibras hidrossolúveis, com zero calorias, regulando o trânsito intestinal e baixando os níveis de colesterol no sangue”.
  • É das macroalgas vermelhas que são extraídos os aditivos alimentares (E406 e E407) do agar e das carragenanas, muito utilizados na produção de sobremesas, como gelados ou gelatinas de origem vegetal.
  • A área em que os produtores de algas parecem estar a investir mais é nas rações para animais, sobretudo de gado bovino, com o objectivo de de diminuir a emissão de metano (CH4).
  • Outras áreas de grande potencial das algas: na indústria cosmética, graças às suas propriedades antioxidantes; na produção de biocombustíveis, para diminuir o impacto ambiental; como fertilizantes de solos agrícolas, para compensar as emissões de CO2; ou no fabrico de têxteis, para substituir pigmentos sintéticos.
  • Na Universidade de Aveiro, investigadores estão também a usar “nanomateriais preparados a partir de biopolímeros extraídos de algas para remover poluentes da água”. As algas do género Chlorella têm revelado capacidade de limpar esgotos.
  • Os dados mais recentes, divulgados pela FAO, indicam que a produção mundial de algas duplicou entre 2005 e 2015, para 30,4 milhões de toneladas. Portugal tem acompanhado a tendência: em 2017, produziu 952,3 toneladas (peso seco) de algas agarófitas, sendo, por ordem decrescente, as principais regiões de produção a zona sul da foz do rio Mondego até ao norte da Foz do Arelho; os Açores e a zona sul da Foz do Arelho até ao norte do Cabo da Roca.
  • Os maiores produtores de espécies selvagens (castanhas e vermelhas) são Chile, China e Noruega; os maiores produtores de espécies cultivadas são China, Indonésia, Coreia e Filipinas.
  • Os principais países consumidores de algas e produtos que nelas se baseiam (60% da produção mundial) situam-se na Ásia. Em 2016, a União Europeia ocupou a segunda posição no que diz respeito à importação (180 mil toneladas): Com a Dinamarca, a Alemanha e a Espanha, Portugal integrou o grupo da UE que mais comprou algas secas não comestíveis.
  • Algumas populações dos Açores há muito incluem algas na sua alimentação. Para os açorianos, o tremoço-do-mar (Fucus spiralis) é “petisco que se consome fresco”. A alga vermelha Porphyra, conhecida como erva patinha ou nori do Atlântico, é frita ou incorporada em sopas e omeletes. As algas vermelhas da espécie Osmundea, ou erva malagueta, são conservadas em vinagre, como pickles, e acompanham peixe frito, ao longo de todo o ano. Em Portugal Continental, não há ainda consumo generalizado, mas a fava-do-mar (Fucus vesiculosus) é recolhida por algumas populações costeiras e as algas vermelhas Gelidium e Pterocladia são apanhadas a sul de S. Martinho do Porto para a produção de agar.

FONTES:

https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/artigos/portugueses-estao-a-redescobrir-o-valor-das-algas;

http://blog.cicloorganico.com.br/sustentabilidade/saiba-porque-as-algas-marinhas-sao-os-verdadeiros-pulmoes-do-mundo/

https://www.dn.pt/ciencia/biosfera/algas-sao-iguaria-para-muitos-e-um-bem-para-a-saude-1519128.html

https://www.nationalgeographic.com/environment/article/forests-of-seaweed-can-help-climate-change-without-fire

https://www.unep.org/pt-br/noticias-e-reportagens/reportagem/emissoes-de-metano-estao-impulsionando-mudanca-climatica-veja

https://nationalgeographic.pt/ciencia/grandes-reportagens/2501-o-cultivo-de-um-milagre-das-praias-canadianas-aos-laboratorios-da-universidade-do-algarve

Este artigo foi publicado originalmente na edição de Dezembro de 2021 da revista ALÉM-MAR | This article was originally published in the Portuguese news magazine ALÉM-MAR, December 2021 edition.

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